Sistemas de gestão
Bases de dados com muitos registos e vários perfis: pessoas, processos, documentos, pagamentos e histórico, no mesmo sítio e com acessos por função.
Programação
Fazemos aplicações que controlam informação em grande quantidade e aplicações que respondem por si, com inteligência artificial. Nos postos de trabalho, na intranet ou na internet, sempre moldadas ao processo de quem as vai usar.
Fazemos dois tipos de aplicações, e às vezes os dois no mesmo trabalho. As aplicações guardam e tratam informação: bases de dados com muitos registos, vários perfis de utilizador, lojas, catálogos, avisos e formulários. As aplicações inteligentes usam inteligência artificial para responder, procurar dentro de documentos e tratar pedidos sem precisar de uma pessoa a tempo inteiro.
Todas começam do mesmo modo: por perceber o processo como ele é hoje, com quem o executa. Evitamos a lógica contrária, que é a mais comum: comprar um programa fechado e depois dobrar o trabalho da organização às regras dele. Aqui faz-se ao contrário, uma aplicação que se molda ao modo de trabalhar de quem a vai usar.
Umas vivem nos postos de trabalho, dentro da rede da organização; outras na intranet, para uso interno; outras na internet, para clientes, munícipes, formandos ou sócios. E há as que ficam no meio: a aplicação na internet a recolher informação para a base de dados que vive dentro de casa.
Ferramentas que passam a ser o sítio onde a organização trabalha, em vez de ficheiros soltos por várias mãos.
Bases de dados com muitos registos e vários perfis: pessoas, processos, documentos, pagamentos e histórico, no mesmo sítio e com acessos por função.
Venda online com pagamento, stock, encomendas e faturas, e catálogos com procura por referência, que o cliente consulta sozinho.
Envio de mensagens por vários canais a listas de pessoas, com registo do que saiu, do que foi entregue e do que falhou. Para quem tem de avisar muita gente depressa, e provar que avisou.
Aplicações que correm dentro da rede da organização, no computador de quem trabalha, sem depender de serviços de fora para funcionar.
Formulários que substituem o papel, com os dados validados à entrada, avisos automáticos e ligação ao que a organização já usa.
Ligação aos sistemas atuais por API, importação de ficheiros ou base de dados partilhada. A informação antiga não fica para trás.
Onde a inteligência artificial poupa trabalho a sério: responder, procurar e tratar informação.
Um assistente que responde a formandos sobre programa, prazos, conteúdos e materiais, a partir dos documentos do próprio curso, e que passa ao formador o que exige decisão.
Respostas às perguntas frequentes, qualificação do pedido e encaminhamento para quem resolve, dentro e fora do horário de atendimento.
Procura em linguagem natural dentro de regulamentos, contratos, atas e processos, com a resposta a indicar o documento e o artigo de onde saiu.
Passar faturas, candidaturas e formulários para a base de dados, com os dados extraídos e prontos a validar.
Medir como a equipa usa as ferramentas, onde é que o tempo se perde e o que melhorou depois de mexer no processo.
Por partes, com uma versão a funcionar cedo, para não haver surpresas no fim.
Quem faz o quê, por que ordem, onde se perde tempo e que informação tem de ficar guardada. Antes de escrever código.
Uma parte pequena a funcionar, com dados reais, para a equipa experimentar e dizer o que falta. Corrigir aqui custa pouco.
Entrega por blocos, com medição entre cada um, para o trabalho da organização não parar à espera do fim.
A aplicação fica instalada na infraestrutura da organização, com os acessos documentados e a equipa formada a usá-la.
Ajustes e novas funções quando o processo muda. Uma aplicação feita à medida é para continuar a crescer com quem a usa.
Famílias de aplicações que construímos e que continuam a trabalhar todos os dias.
Serviços de proteção civil e estruturas municipais que precisam de avisar listas de pessoas por vários canais e ficar com o registo de tudo o que saiu.
Organizações com centenas de utilizadores e vários perfis, onde a informação andava repartida por ficheiros e passou a estar numa base de dados com regras.
Negócios que passaram a vender na internet, com pagamento, encomendas e stock ligados ao que já usavam na loja.
Assistentes que respondem a formandos e a clientes com base nos documentos da própria entidade, sem inventar o que não sabem.
Substituição de formulários em papel por percursos online, com validação à entrada e aviso a quem tem de decidir.
Tratamento de milhares de registos que viviam em folhas de cálculo, com importação, verificação e relatórios.
A aplicação fica instalada na infraestrutura da organização, com os dados em casa e a documentação entregue. Quando o processo muda, ajustamos; quando a organização quiser seguir com outra equipa, tem em mãos o que precisa para isso.
Como se orça: por fases, com a primeira pequena e a funcionar. O custo de uma aplicação só se sabe bem depois de ver o processo por dentro.
O que já existe é aproveitado primeiro: base de dados, sistema de gestão, página de internet ou folhas de cálculo em uso continuam a servir de ponto de partida.
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